Morre Amy Winehouse, aos 27 anos. Grande sucesso musical interrompido por abuso excessivo de álcool e drogas. Original e polêmica, Amy conquistou muitos fãs, trazendo de volta o bom e velho som, com pouca idade e carreira profissional deixou grande tristeza em vários países, por termos perdido a rainha do jazz. Ninguém sabe ao certo qual a causa da sua morte, mas presume-se que tenha sido uma overdose. A britânica surpreendeu o mundo com a sua voz, cabelo e estilo musical em 2003 e o sucesso da sua carreira parecia garantido desde o primeiro minuto! Infelizmente, nos últimos anos a cantora mergulhou de cabeça na vida noturna, nas drogas, no álcool e até na violência. Enquanto o marido foi (e continua) preso, ela começou a cancelar concertos e a emagrecer dramaticamente, tendo já sido relatados vários problemas de saúde na imprensa.
O que é mais curioso, é o fato de outros grandes artistas do rock, terem morrido ou se suicidado com a mesma idade, tais como: Jim Morrison, Jimi Hendrix, Janis Joplin e Kurt Cobain :(
Então fica na memória a lembrança de mais uma das grandes estrelas do cenário musical.
Não adianta: você sempre vai ler, ver ou ouvir algo que vai estragar o teu dia. Então, comece por aqui.
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23/07/2011
31/03/2010
Amor não se pede
Se implorar resolvesse, não me importaria. De joelhos, no milho, em espinhos, agachada, com o cofrinho aparecendo. Uma loucura qualquer, se ajudasse, eu faria com o maior prazer. Do ridículo ao medo: pularia pelada de bungee jump. Chorar, se desse resultado, eu acabaria com a seca de qualquer Estado, de qualquer espírito. Mas amor não se pede, imagine só. Ei, seu tonto, será que você não pode me olhar com olhos de devoção porque eu estou aqui quase esmagada com sua presença? Não, não dá pra dizer isso. Ei, seu velho, será que você pode me abraçar como se estivéssemos caindo de uma ponte porque eu estou aqui sem chão com sua presença? Não, você não pode dizer isso. Ei, monstro do lixo, será que você pode me beijar como um beijo de final de filme porque eu estou aqui sem saliva, sem ar, sem vida com a sua presença? Definitivamente, não, melhor não. Amor não se pede, é uma pena. É uma pena correr com pulinhos enganados de felicidade e levar uma rasteira. É uma pena ter o coração inchado de amar sozinha, olhos inchados de amar sozinha. Um semblante altista de quem constrói sozinho sonhos. Mas você não pode, não, eu sei que dá vontade, mas não dá pra ligar pro desgraçado e dizer: ei, tô sofrendo aqui, vamos parar com essa estupidez de não me amar e vir logo resolver meu problema? Mas amor, minha querida, não se pede, dá raiva, eu sei. Raiva dele ter tirado o gosto do mousse de chocolate que você amava tanto. Raiva dele fazer você comer cinco mousses de chocolate seguidos pra ver se, em algum momento, o gosto volta. Raiva dele ter tirado as cores bonitas do mundo, a felicidade imensa em ver crianças sorrindo, a graça na bobeira de um cachorro querendo brincar. Ele roubou sua leveza mas, por alguma razão, você está vazia. Mas não dá, nem de brincadeira, pra você ligar pro cara e dizer: ei, a vida é curta pra sofrer, volta, volta, volta. Porque amor, meu amor, não se pede, é triste, eu sei bem. É triste ver o Sol e não vê-lo se irritar porque seus olhos são claros demais, são tristes as manhãs que prometem mais um dia sem ele, são tristes as noites que cumprem a promessa. É triste respirar sem sentir aquele cheiro que invade e você não olha de lado, aquele cheiro que acalma a busca. Aquele cheiro que dá vontade de transar pro resto da vida. É triste amar tanto e tanto amor não ter proveito. Tanto amor querendo fazer alguém feliz. Tanto amor querendo escrever uma história, mas só escrevendo este texto amargurado. É triste saber que falta alguma coisa e saber que não dá pra comprar, substituir, esquecer, implorar. É triste lembrar como eu ria com ele. Mas amor, você sabe, amor não se pede. Amor se declara: sabe de uma coisa? Ele sabe, ele sabe.
créditos:
Tati Bernardi
créditos:
Tati Bernardi
18/03/2010
Caminhos

♪ E você ainda me pergunta: "aonde é que eu quero chegar",
se há tantos caminhos na vida, e pouquíssima esperança no ar!
E até a gaivota que voa já tem seu caminho no ar!
O caminho do risco é o sucesso.
O acaso é a sorte.
O da dor é o amigo.
O caminho da vida é a morte! ♪
Salve Raulzitoooo.
se há tantos caminhos na vida, e pouquíssima esperança no ar!
E até a gaivota que voa já tem seu caminho no ar!
O caminho do risco é o sucesso.
O acaso é a sorte.
O da dor é o amigo.
O caminho da vida é a morte! ♪
Salve Raulzitoooo.
Isso aê meu.. temos muitos caminhos na vida a seguir,
muitas escolhas pra fazer e nem sempre escolhemos o
que é certo. Às vezes, nem o certo se mostra tão certo, e tão
atraente pra se fazer, tem dias que eu quero mesmo é curtir,
e fazer o que eu tenho vontade, sei que aquilo que vou
fazer, não é certo mas é minha vontade, vai me fazer feliz, afinal é
um desejo meu, satisfeito. Pegar meu restinho de salário e torrar em álcool, cigarros e amigos, gasear aula pra tomar vinho na chuva, voltar pro ex cafageste (só se for tesão, só por isso :D)
e muitas outras coisas...
Acho que a vida é isso: Nossas escolhas.
Escolhas certas, sem arrependimentos. Temos que nos arrepender
daquilo que não fizemos, não do que fizemos, pois, mais vale um arrepedimento
de ter feito algo, que depois possa se desculpar, ou tentar consertar, do que
ficar pensando "ah, e se eu tivesse feito isso, será que ia dar certo?".
Nunca saberíamos. Vale tentar a sorte.
"...O caminho da vida é a morte."
14/03/2010
04/02/2010
Caio F. de Abreu
"Sabe que o meu gostar por você chegou a ser amor, pois se eu me comovia vendo você, pois se eu acordava no meio da noite só pra ver você dormindo, meu deus como você me doía de vez em quando, eu vou ficar esperando você numa tarde cinzenta de inverno bem no meio duma praça, então os meus braços não vão ser suficientes para abraçar você e a minha voz vai querer dizer tanta, mas tanta coisa que eu vou ficar calada, um tempo enorme só olhando você sem dizer nada, só olhando e pensando, meu deus mas como você me dói de vez em quando.”
30/01/2010
Matarazzo.

'Não diz nada, você não diz nada. Apenas olha para mim, sorri. Quanto tempo dura? Faz pouco despencou uma estrela e fizemos, ao mesmo tempo e em silêncio, um pedido, dois pedidos. Pedi para saber tocá-lo. Você não me conta seus desejos. Sorri com os olhos, com a mesma boca que mais tarde, um dia, depois daqui, poderá me dizer: não. Há uma espécie de heroísmo então quando estendo o braço, alongo as mãos, abro os dedos e brota. Toco. Perto da minha a boca se entreabre lenta, úmida, cigarro, chiclete, conhaque, vermelha, os dentes se chocam, leve ruído, as línguas se misturam. Naufrago em tua boca, esqueço, mastigo tua saliva, afundo. Escuridão e umidade, calor rijo do teu corpo contra a minha coxa, calor rijo do meu corpo contra a tua coxa. Amanhã não sei, não sabemos.''
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